17 de abril de 2011
6 de abril de 2011
Cave Canem
“Cuidado com o cão” , este é o significado da expressão latina supracitada.
Nas ruínas de Pompeia, os arqueólogos encontraram uma inscrição que dizia “Cave Canem”. Esta inscrição (tal como hoje) prevenia os visitantes de que havia um cão que guardava a casa.
Os cães nesse tempo tinham muitas funções, tais como: guardar as casas, limpar o lixo das cidades, ou a de fazer companhia .
Alguns eram encarados como sagrados , e por isso viviam em templos.
Nas ruínas de Pompeia, os arqueólogos encontraram uma inscrição que dizia “Cave Canem”. Esta inscrição (tal como hoje) prevenia os visitantes de que havia um cão que guardava a casa.
Os cães nesse tempo tinham muitas funções, tais como: guardar as casas, limpar o lixo das cidades, ou a de fazer companhia .
Alguns eram encarados como sagrados , e por isso viviam em templos.
Golfinhos no Império
Em várias moedas romanas, figura a efígie de um golfinho.
Este animal, nessa época abundava em toda a bacia do Mediterrâneo, e desde a mais alta Antiguidade atraíram a atenção dos homens, sobre todo os marinheiros, devido aos seus comportamentos.
Avistar um bando de golfinhos, era interpretado como um bom presságio. Regra geral não eram caçados, pois eram detestados pelos Gregos e Romanos .

Assim se compreende, o porquê de este mamífero estar estritamente associado a todas as lendas de deuses marinhos.
É exemplo de uma dessas a seguinte:
Neptuno para seduzir Anfitrite envio-lhe um golfinho, cujos os serviços recompensou gravando na abóbada celeste a constelação de dez estrelas do Delfim.
Contavam-se ainda mais histórias e narrativas sobre golfinhos que salvavam marinheiros ou se deixavam aprisionar por crianças.
Este animal, nessa época abundava em toda a bacia do Mediterrâneo, e desde a mais alta Antiguidade atraíram a atenção dos homens, sobre todo os marinheiros, devido aos seus comportamentos.
Avistar um bando de golfinhos, era interpretado como um bom presságio. Regra geral não eram caçados, pois eram detestados pelos Gregos e Romanos .
Assim se compreende, o porquê de este mamífero estar estritamente associado a todas as lendas de deuses marinhos.
É exemplo de uma dessas a seguinte:
Neptuno para seduzir Anfitrite envio-lhe um golfinho, cujos os serviços recompensou gravando na abóbada celeste a constelação de dez estrelas do Delfim.
Contavam-se ainda mais histórias e narrativas sobre golfinhos que salvavam marinheiros ou se deixavam aprisionar por crianças.
27 de fevereiro de 2011
Codificação do Direito (notas)
A superioridade das leis romanas residia:
Na racionalidade e na lucidez dos princípios gerais que enunciavam;
No pragmatismo e na experiência que colocavam na análise das situações do quotidiano;
A sua capacidade de adequar a teoria à prática e daí retirar benefícios;
Na complexidade das situações que contemplavam e que eram vividas a todos os níveis (direito público e direito privado), nas várias regiões do império.
A justiça, equidade e imparcialidade na aplicação.
Na racionalidade e na lucidez dos princípios gerais que enunciavam;
No pragmatismo e na experiência que colocavam na análise das situações do quotidiano;
A sua capacidade de adequar a teoria à prática e daí retirar benefícios;
Na complexidade das situações que contemplavam e que eram vividas a todos os níveis (direito público e direito privado), nas várias regiões do império.
A justiça, equidade e imparcialidade na aplicação.
24 de fevereiro de 2011
A Codificação do Direito
No passado, já tinhamos abordado a importência deste legado. Apresenatmos agora outra perspectiva do Direito Romano. Esperamos que gostem
Podemos definir Direito como o conjunto de normas jurídicas que rege a vida de um povo. Os Romanos, porém, souberam ultrapassar a noção de Direito como simples soma de leis, fazendo dele uma ciência, que aperfeiçoaram de tal forma que ainda hoje o Direito Romano está vivo e é actual.
Foi a necessidade de manter o Império uno e próspero que conduziu os Romanos ao desenvolvimento do Direito. A administração do seu vasto Império e a convivência pacífica das suas gentes não seria possível sem um conjunto de leis abrangente e organizado, que definisse as normas a seguir nos grandes e pequenos problemas da vida quotidiana.
Considerada a mais importante criação do génio romano, um dos maiores feitos da Pátria mesmo equiparado ao vasto império conquistado (Cícero), o Direito espelha o espírito prático e metódico deste povo.
Inicialmente todo o procedimento jurídico se baseava no costume - Direito Consuetudinário ¬ e era transmitido oralmente de geração em geração, o que dava origem a frequentes deturpações e arbitrariedades. As normas eram vagas e imprecisas. Foi contra esta situação que, em meados do século V a. c., os plebeus, classe mais desfavorecida, se revoltaram.
Perante as exigências plebeias, os nobres romanos encarregaram uma comissão de 10 membros, os decênviros, de dar forma escrita às leis correntes. Redigidas de forma clara e concisa, as leis foram gravadas em 12 tábuas, dando origem ao primeiro código do Direito Romano que, segundo a tradição, começou a vigorar em 452 a. C.
Depois, tornaram-se claras e fáceis de consultar. A Lei das XII Tábuas foi considerada, durante os 10 séculos que se seguiram, «a fonte de todo o Direito público [compreende o Governo do Estado, organização das magistraturas] e Direito privado [rege relações entre particulares]. Foram compiladas durante a república.
Mas rapidamente se mostraram insuficientes. Novas situações exigiram novas leis.
Século após século, os Romanos foram redigindo um gigantesco Código de leis, orientados por princípios claros de justiça, capazes de dar resposta às questões mais complexas.
Conscientes do valor e da grandeza do legado romano em matéria de Direito, os últimos imperadores procuraram preservá-lo, ordenando a sua compilação. A mais completa foi a ordenada pelo imperador Justiniano (482-565).
A comissão encarregada pelo imperador de reunir 10 séculos de leis escritas, harmonizando-as de forma a eliminar repetições e contradições, fez um trabalho exaustivo, que Justiniano considerou perfeito e completo. Conhecido, no seu todo, por Código de Justiniano sobreviveu aos séculos servindo de alicerce ao Direito ocidental.
A imensa obra legislativa dos Romanos actuou como 'um importante factor de pacificação e união dos povos, coesão e durabilidade do Império. Estes não se sentiam sujeitos a um poder discricionário mas protegidos por leis claras, justas e adequadas à vida em comunidade, evitando revoltas sociais e conflitos.
15 de dezembro de 2010
A difusão da rede escolar
Roma encheu de escolas as regiões que conquistou. Embora, na generalidade, a sua criação se devesse à iniciativa particular o Estado desde cedo incentivou o ensino, no qual viu um poderoso meio de unificação, cultural do Império.
Assim:
Pragmáticos por natureza, os Romanos sabiam que a educação cultura fazem tanto ou, mais por um império do que as proezas militares.
Assim:
- Insistiu com as autoridades municipais para que criassem escolas e supor-tassem os seus custos;
- Concedeu aos professores protecção e privilégios de ordem fiscal, isen¬tando-os de impostos.
- Custeou a actividade de alguns gramáticos, e sobretudo, de retóricas, a fim de tornar o seu ensino gratuito.
Pragmáticos por natureza, os Romanos sabiam que a educação cultura fazem tanto ou, mais por um império do que as proezas militares.
Roma: a aldeia que se fez império
Roma nasceu como qualquer outra cidade, de um pequeno povoado que se foi engrandecendo e paulatinamente se transformou no maior império da Antiguidade.
Reconstituição de Roma (povoado)
Reconstituição de Roma (povoado)
Cultura Romana: Origem e Influencias
A necessidade aguçou o sentido prático, realista, virado para o concreto dos romanos.
Contrariamente aos Gregos, para quem todas as coisas úteis deviam ser belas, os Romanos sentiam que todas as coisas belas deviam ser úteis. A aplicação desta máxima era evidente em todos os domínios desde a arte ao Direito, considerado o expoente máximo do pragmatismo romano.
A cultura romana resulta da fusão de elementos culturais diversos, que os Romanos souberam absorver e moldar de acordo com o seu carácter.
De todas as influências recebidas a mais marcante foi a influência helénica. Em termos culturais, como nos relata Horácio “a Grécia vencida venceu o vencedor”. Reconhecendo o seu brilhantismo e originalidade, os Romanos imitaram-lhe a arte, a literatura, a filosofia e até a religião ajustando-a ao seu sentido pragmático. Falar Grego era sinónimo de cultura e a cidade encheu-se de intelectuais helénicos.
Assim, podemos concluir que esta é uma cultura de síntese greco-latina ou eclética, na qual residem os fundamentos da civilização europeia.
Contrariamente aos Gregos, para quem todas as coisas úteis deviam ser belas, os Romanos sentiam que todas as coisas belas deviam ser úteis. A aplicação desta máxima era evidente em todos os domínios desde a arte ao Direito, considerado o expoente máximo do pragmatismo romano.
A cultura romana resulta da fusão de elementos culturais diversos, que os Romanos souberam absorver e moldar de acordo com o seu carácter.
De todas as influências recebidas a mais marcante foi a influência helénica. Em termos culturais, como nos relata Horácio “a Grécia vencida venceu o vencedor”. Reconhecendo o seu brilhantismo e originalidade, os Romanos imitaram-lhe a arte, a literatura, a filosofia e até a religião ajustando-a ao seu sentido pragmático. Falar Grego era sinónimo de cultura e a cidade encheu-se de intelectuais helénicos.
Assim, podemos concluir que esta é uma cultura de síntese greco-latina ou eclética, na qual residem os fundamentos da civilização europeia.
Os Poderes de Octávio
Imperium proconsular com poder para:
– recrutar e comandar o exército;
– julgar e prender os cidadãos;
– convocar os comícios, o senado e o povo;
– publicar éditos;
– consultar os auspícios em Roma e nas províncias conquistadas.
Tribuno, cônsul e princeps senatus adquirindo assim:
– o poder legislativo
– o direito de veto;
– a primazia no senado;
– a função de fazer cumprir as leis.
Título de Augusto (filho dos deuses, sagrado) atribuindo assim::
– um significado religioso à sua pessoa e às suas funções.
Poder tribunício (vitalício) que lhe concedia o direito de:
– continuar a convocar os comícios e o senado;
– vetar as leis e outras decisões destes órgãos (comícios e senado),
em Roma e em todas as províncias do Império.
Pontifex Máximus (cargo recebido pelo povo romano, dada a carreira política de sucesso de Octávio) que lhe permitiu obter:
– a administração e fiscalização dos sacerdotes e do culto;
– a capacidade para interpretar a vontade dos deuses;
– controlar o poder sacerdotal e religioso que tinha grande influência na opinião pública.
– recrutar e comandar o exército;
– julgar e prender os cidadãos;
– convocar os comícios, o senado e o povo;
– publicar éditos;
– consultar os auspícios em Roma e nas províncias conquistadas.
Tribuno, cônsul e princeps senatus adquirindo assim:
– o poder legislativo
– o direito de veto;
– a primazia no senado;
– a função de fazer cumprir as leis.
Título de Augusto (filho dos deuses, sagrado) atribuindo assim::
– um significado religioso à sua pessoa e às suas funções.
Poder tribunício (vitalício) que lhe concedia o direito de:
– continuar a convocar os comícios e o senado;
– vetar as leis e outras decisões destes órgãos (comícios e senado),
em Roma e em todas as províncias do Império.
Pontifex Máximus (cargo recebido pelo povo romano, dada a carreira política de sucesso de Octávio) que lhe permitiu obter:
– a administração e fiscalização dos sacerdotes e do culto;
– a capacidade para interpretar a vontade dos deuses;
– controlar o poder sacerdotal e religioso que tinha grande influência na opinião pública.
Acção de Octávio César Augusto
No plano militar: restabeleceu a ordem e a disciplina; continuou as conquistas e pacificou as províncias (pax romana).
No plano político: empreendeu a reforma do aparelho administrativo central e provincial.
No plano social: apaziguou as lutas sociais (paz social), reorganizando a população com base na igualdade (teórica), perante a lei.
No plano cultural: usou a prosperidade económica para proteger as artes e as letras.
No plano religioso: preocupou-se em restabelecer a religião tradicional, ligando-a ao culto do imperador e de Roma.
No plano político: empreendeu a reforma do aparelho administrativo central e provincial.
No plano social: apaziguou as lutas sociais (paz social), reorganizando a população com base na igualdade (teórica), perante a lei.
No plano cultural: usou a prosperidade económica para proteger as artes e as letras.
No plano religioso: preocupou-se em restabelecer a religião tradicional, ligando-a ao culto do imperador e de Roma.
13 de setembro de 2010
O relevo: a paixão romana
Os romanos não se limitavam apenas a esculpir. Queriam que as suas esculturas transmitissem o seu espírito pragmático. Para tal fizeram uso do relevo. Apesar de usarem esta técnica sobretudo para fins decorativos, deram-lhe outra função: a de narrar os feitos do povo romano e exalta as virtudes dos seus líderes. Campanhas militares, vitórias, procissões, sacrifícios religiosos e menções à paz e prosperidade dos povos do império eram os seus temas de eleição.
Este tipo relevo, também conhecido por relevo histórico-narrativo, aparece sobretudo em construções comemorativas, no entanto também é possível encontrá-lo em edifícios públicas e em construções particulares, como sarcófagos.
Este tipo relevo, também conhecido por relevo histórico-narrativo, aparece sobretudo em construções comemorativas, no entanto também é possível encontrá-lo em edifícios públicas e em construções particulares, como sarcófagos.
A educação no Império
Ao contrário do que o acontecia nos países em redor, em Roma ir à escola era algo vulgar. Aos setes anos de idade, tantos rapazes como raparigas eram enviados ao litterator, uma espécie de professor primário, que lhes ensinava as primeiras letras. Apenas os mais abastados disponham de meios para contratar mestres particulares, podendo assim estudar em casa.
As escolas primárias, situadas em redor do fórum, eram estruturas modestas separadas da rua por uma cortina. Os alunos escreviam sobre os joelhos em tabuinhas de cera que riscavam com um estilete. Quando era necessário apagar usavam a outra ponta do estilete que possuía uma forma achatada própria para o efeito. Para os registos de carácter permanente usavam papiro ou pergaminho.
As aulas iniciavam antes do nascer do sol e prolongavam-se pela tarde. O ano lectivo durava cerca de nove meses (de Outubro a Junho) e decorria praticamente sem interrupções.
A disciplina era um valor muito estimado nas escolas romanas. Pancadas de vara e de correia de couro eram habituais no meio escolar, tal como os puxões de orelhas.
Este programa de ensino primário, muito semelhante ao das escolas helénicas, abrangia crianças entre os 7 e 11 anos de idade. Para além da escrita, da leitura e do cálculo (que aprendiam com o calculator) os pupilos eram obrigados a decorar passagens de textos poéticos considerados edificantes e máximas morais.
Para o nível secundário apenas transitavam os alunos mais abastados (tanto rapazes como raparigas) pois este era um nível muito dispendioso. Os mestres da escola secundária, os gramáticos, recebiam por cada aluno em média quatro vezes mais que os mestres do ensino primário.
Embora a nível estrutural as instalações destas escolas fossem idênticas ás das escolas primárias, as salas de aula estavam adornadas com bustos de escritores e mapas. Aqui aperfeiçoavam os conhecimentos da língua e estudavam as principais obras literárias da época: a poesia de Virgílio, a retórica de Cícero e a História de Tito Lívio e Salústio protagonizavam o programa. A matemática, a geometria, a música e a astronomia, desempenhavam um papel secundário.
Por fim, aos 17 anos, um grupo restrito de rapazes conseguia ingressar no ensino superior, dirigido pelo rethor (o mestre de retórica). O acesso este nível de ensino era vedado às mulheres, pois na opinião geral não fazia qualquer sentido para as mesmas, uma vez que se centralizava na aprendizagem da Retórica e do Direito, essenciais para desempenhar altos cargos políticos e administrativos dos quais as mulheres eram excluídas.
As escolas primárias, situadas em redor do fórum, eram estruturas modestas separadas da rua por uma cortina. Os alunos escreviam sobre os joelhos em tabuinhas de cera que riscavam com um estilete. Quando era necessário apagar usavam a outra ponta do estilete que possuía uma forma achatada própria para o efeito. Para os registos de carácter permanente usavam papiro ou pergaminho.
As aulas iniciavam antes do nascer do sol e prolongavam-se pela tarde. O ano lectivo durava cerca de nove meses (de Outubro a Junho) e decorria praticamente sem interrupções.
A disciplina era um valor muito estimado nas escolas romanas. Pancadas de vara e de correia de couro eram habituais no meio escolar, tal como os puxões de orelhas.
Este programa de ensino primário, muito semelhante ao das escolas helénicas, abrangia crianças entre os 7 e 11 anos de idade. Para além da escrita, da leitura e do cálculo (que aprendiam com o calculator) os pupilos eram obrigados a decorar passagens de textos poéticos considerados edificantes e máximas morais.
Para o nível secundário apenas transitavam os alunos mais abastados (tanto rapazes como raparigas) pois este era um nível muito dispendioso. Os mestres da escola secundária, os gramáticos, recebiam por cada aluno em média quatro vezes mais que os mestres do ensino primário.
Embora a nível estrutural as instalações destas escolas fossem idênticas ás das escolas primárias, as salas de aula estavam adornadas com bustos de escritores e mapas. Aqui aperfeiçoavam os conhecimentos da língua e estudavam as principais obras literárias da época: a poesia de Virgílio, a retórica de Cícero e a História de Tito Lívio e Salústio protagonizavam o programa. A matemática, a geometria, a música e a astronomia, desempenhavam um papel secundário.
Por fim, aos 17 anos, um grupo restrito de rapazes conseguia ingressar no ensino superior, dirigido pelo rethor (o mestre de retórica). O acesso este nível de ensino era vedado às mulheres, pois na opinião geral não fazia qualquer sentido para as mesmas, uma vez que se centralizava na aprendizagem da Retórica e do Direito, essenciais para desempenhar altos cargos políticos e administrativos dos quais as mulheres eram excluídas.
6 de setembro de 2010
O Gladiador
Título do filme: GLADIADOR (Gladiator, EUA, 2000)
Direcção: Ridley Scott
Elenco: Russel Crowe, Joaquin Phoenix, Richard Harris, Connie Nielsen, Oliver Reed, Derek Jacobi, Ralph Moeller, Spencer Treat Clark; 154 min.
Sinopse
O ano é 180 e o general romano Máximo (Russel Crowe), servindo ao seu imperador Marco Aurélio (Richard Harris), prepara seu exército para impedir a invasão dos bárbaros germânicos. Durante o combate, Máximo fica sabendo que Marco Aurélio, já velho e ciente de sua morte, quer lhe passar o comando do Império Romano. A trama onde Cômodo (Joaquin Phoenix), filho do imperador, mata o pai, assumindo o comando do Império, não é historicamente verídica. Na verdade, Cômodo assumiu quando seu pai morreu afetado por uma peste, adquirida durante uma nova campanha no Danúbio.
Enquanto Cômodo assume o trono, Máximo que escapa da morte, torna-se escravo e gladiador, travando batalhas sangrentas no Coliseu, a nova forma de divertimento dos romanos. Máximo, disposto a vingar o assassinato de sua mulher e de seu filho, sabe que é preciso triunfar para ganhar a confiança da platéia. Acumulando cadáveres nas arenas o gladiador luta por uma causa pessoal, de forma quase que solitária e leva benefícios ao povo, submetido pela política do "pão e circo".
" Nesta vida ou na próxima eu terei minha vingança". Máximo sabe que o controle da multidão será vital para que possa arquitetar sua vingança, que culmina em um combate com o próprio Cômodo.
Cenas do filme
Filmes do Império
Asterix - O gaulês - Resistência gaulesa frente a César;
Ben-Hur - Cristianismo no Império Romano;
Calígula - filme polêmico sobre a vida do terceiro imperador romano (para maiores de idade);
Cleópatra - Roma Antiga;
Gladiador – A Sociedade Romana;
Spartacus - Revolta de Escravos em Roma.
Oto ou Marcvs Salvivs Otho (~35 - 69)
Imperador romano de curto mandato provavelmente nascido em Roma, descendente da ilustre família de Marco Sálvio Otho. Amigo íntimo de Nero, participou de sua vida desregrada. Era marido de Popéia antes desta se casar com Nero. Nomeado como governador para a Lusitânia, tornou-se partidário de Galba, mas organizou um complô que matou o imperador, quando soube que ele havia indicado Pisano Liciniano seu sucessor. Uma vez imperador, parecia determinado a superar Nero, mas o avanço do exército do Reno contra a Itália, sob o comando de Vitélio, não lhe deu trégua. Marchou para o norte e foi derrotado em Bedriaco, na Planície da Lombardia. Após a irreversível derrota cometeu suicídio com uma coragem e uma dignidade espantosas numa pessoa tão desregrada.
30 de agosto de 2010
Para exercitar....
Aqui ficam algumas sugestões de exercicíos para testar conhecimentos:
http://www.francodigi.com/ (sobre a civilização romana e História em geral)
http://www.coladaweb.com/questoes/historia/acivro.htm (exercicíos com soluções)
http://eb23cmat.prof2000.pt/sala/historia/historia.html
http://www.vestibular1.com.br/exercicios/historia_antiga_civilizacao_romana.htm (questões com correcção)
http://www.francodigi.com/ (sobre a civilização romana e História em geral)
http://www.coladaweb.com/questoes/historia/acivro.htm (exercicíos com soluções)
http://eb23cmat.prof2000.pt/sala/historia/historia.html
http://www.vestibular1.com.br/exercicios/historia_antiga_civilizacao_romana.htm (questões com correcção)
6 de agosto de 2010
Servius Sulpicius Galba (3 a.C. - 69 d. C)
Mais conhecido pelo seu último nome, Galba foi o primeiro imperador da dinastia dos Flávius e Antoninus(68 a 193 d.C.). Reinou entre os anos de 68-69 d.C. Descendia de uma família muito antiga e ilustre, os Sulpicius, foi protegido por algumas figuras ilustres da época. Ocupou o cargo de cônsul (33) e administrador da Aquitânia, Germânia, ás ordens de Caligula para impor a disciplina depois da revolta de Lentulus Getulicus, África e Hispania Tarraconensis, onde passou oito anos durante o reinado de Nero, acabando por ganhar um enorme prestígio dada a sua competência e integridade. Vindex persuadiu-o a lutar pelo poder, rebelando-se em 68 d.C. contra Nero, apoiado pela guarda pretoriana sob o comando de Nymphidius Sabinus, semdo proclamado imperador nesse mesmo ano. Honesto e eficiente em posições subalternas, nos comandos das províncias, mostrou-se pouco a vontade para se adaptar ao poder supremo, transformando-se em uma figura impopular. Excessivamente severo, auxiliado por figuras desleais e arrogantes como Titus Vinius, Lacanus e Icelus, e com as medidas administrativas antipáticas tomadas, terminou assassinado após nomear como seu sucesso (Lucius Calpurnius Pisanus Licinianuspelos) pretorianos que colocaram Otho em seu lugar.
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